Impressões sobre o Museu de História Natural, em Nova York

Vou começar esse post com uma confissão: não sou muito fã de museus. Geralmente são muito grandes, cansativos, e se não forem sobre um assunto pelo qual eu sou apaixonada geralmente fico meio perdida, sem entender nada. Dito isso, acho que alguns museus são obrigatórios. Como ir a Paris e não visitar o Louvre? Ir a Londres e não conhecer o British Museum? Imperdoável! E foi seguindo essa mesma linha de raciocínio que coloquei o Museu de História Natural no meu roteiro em Nova York.

Como chegar no Museu de História Natural

Chegar até o Museu de História Natural é fácil, já que ele conta com uma estação de metrô que deixa praticamente dentro das instalações. O endereço é privilegiado, na Central Park West com 79st. A fachada não tem como confundir: você já a viu em diversos filmes, como o famoso (e bobo) “Uma Noite no Museu”. Se ainda restarem dúvidas, os diversos ônibus escolares amarelos irão indicar que você chegou ao lugar certo.

Ingressos para o Museu de História Natural

O preço sugerido do ingresso para o Museu de História Natural é de US$ 22, e pode ser comprado online ou na bilheteria do museu. Mas porque sugerido? Porque esse é o valor que eles sugerem que você pague, mas na prática você pode pagar quanto quiser pelo seu ingresso! Ou seja, se você estiver com vontade de pagar US$ 1 pelo ingresso é possível (mas pelamordedeus, não faça isso. Não me faça passar vergonha. Pague um valor justo!). Esse esquema rola tanto no Museu de História Natural quanto no MET – e não precisa ficar constrangido (a menos que a sua contribuição seja de US$ 1). Eu visitei o museu usando o New York CityPASS e não precisei comprar ingresso, mas precisei passar pela bilheteria do mesmo jeito – foi a única atração do passe em que tive que pegar fila. Com o ingresso do passe eu também tinha direito a um ingresso para um filme, e escolhi um sobre o surgimento do universo, narrado pelo Neil deGrasse Tyson.

Lojas e Praça de Alimentação no Museu de História Natural

Pra quem não resiste a um souvenir, o Museu de História Natural é um prato cheio. São diversas lojas, com as lembrancinhas mais variadas e criativas que eu já vi na vida. Os preços não são muito convidativos, por isso consegui a proeza de sair de lá sem nenhuma sacolinha.

No subsolo do museu você encontra uma área de alimentação, com diversas opções em sistema self-service. Como na hora do almoço bateu fome, comi por lá mesmo. Servi uma pequena porção de mac n’ cheese e uma costelinha com molho barbecue e minha conta saiu mais de US$ 15. Achei bem caro pra um pratinho de comida mal servido. Se eu puder dar um conselho a você, é esse: deixe para almoçar na saída do museu. Tem um Shake Shack bem atrás, e com US$ 15 você vai se alimentar bem melhor – fora que o burger do Shake Shack é maravilhoso, mas isso é papo pra outra hora.

Minhas impressões sobre o Museu de História Natural

Então… como vou dizer isso? Minha visita não foi a mais agradável. Como falei anteriormente, ele é muito grande, e me perdi fácil lá dentro. Como não planejei a minha visita, entrei em algumas salas aleatórias e perdi de ver outras mais bacanas (como a da baleia gigante). Por isso, é fundamental que você organize a sua visita e se informe sobre o Museu de História Natural antes da sua visita.

Mas isso, claro, é uma opinião muito pessoal. Como eu disse antes, se fosse o Museu da História do Cinema, do Jornalismo, ou de qualquer outro assunto que me fascina, eu tenho certeza de que teria mais “boa vontade” em percorrer e descobrir os cinco andares do lugar. Mas Biologia não é a minha praia, então eu observei o Museu de um ponto de vista muito mais estético.

E no quesito estética o Museu de História Natural não decepciona. Achei o prédio belíssimo, assim como todas as mostras (as fixas, já que as temporárias são cobradas à parte). As recriações dos habitats dos animais são lindas – só achei uma pena não encontrar o Ross por lá (referência para fãs de Friends! hahaha). Claro que eu corri pra ver os dinossauros, mas o mais impressionante é o que fica na entrada do Museu – ou seja, você não precisa nem pagar ingresso para vê-lo.

Meu veredito é: tem que ir! Algumas pessoas são completamente apaixonadas pelo Museu, outras não. Eu fiquei no segundo grupo, mas vai que você faz parte do primeiro?

Depois do Museu de História Natural

Tem bastante coisa legal pra fazer na região! O Museu fica em frente ao Central Park, mas eu aproveitei pra me perder pelas ruazinhas do bairro. Saí do Museu e fui na Flying Tiger, uma loja de design dinamarquesa muito legal, e corri pra Imnsonia Cookies fazer um estoque pros meus dias na cidade. Depois fui até o Edifício Dakota, onde vivia John Lennon, e atravessei a rua pra passar uns minutinhos curtindo a vibe em Strawberry Fields, o cantinho no Central Park em sua homenagem.

* O New York CityPASS foi uma cortesia da NYC & Company

18 thoughts on “Impressões sobre o Museu de História Natural, em Nova York

  1. Eu sou igual a ti – também não amo museus, hehehehe. Mas alguns, tens razão, são imperdíveis. Eu quero muito ir a este em NY, e ainda não fui nem sei por quê. Amei a dica de não comer lá dentro porque também detesto ser feita de boba e pagar caro por pouca coisa, o que é comum nos pontos turísticos, né. Mesmo que não tenhas gostado muito, concordo contigo que a visita é obrigatória. Abraço.

    1. Vale como experiência, Michela! Essa primeira visita a NYC foi mesmo pra riscar os pontos turísticos da lista, na próxima vou correr atrás dos segredinhos mais escondidos da cidade!

      Beijo,

  2. Eu, pelo contrário tenho uma certa paixão por museus de história. Já fiquei tanto tempo em um museu que até os seguranças mudaram de setor pra me vigiar! hehe… Mas ainda assim, museus grandes tiram a concentração, porque aí você quer ver tudo e acaba deixando alguns detalhes! Então prefiro os menores! Não tem como olhar este museu e não lembrar do filme! hehe

  3. Então, para mim o Museu de História Natural é o perfeito exemplo de como vc pode mudar sua opinião sobre um museu em uma segunda visita! Eu fui pela primeira vez em 2012, ainda não tinha filhos, tinha passado a maior parte do dia andando por NY, quando entrei no museu já estava exausta. Achei legalzinho, mas nada demais. Já tinha visitado o museu de História Natural de Londres e amado, mas o de NY eu achei só ok. Esse ano fui com a minha filha de 4 anos. Chegamos no museu assim que ele abriu, e minha filha enlouqueceu lá dentro!!! Ela ficou tão apaixonada por tudo que andamos pelos corredores por 4 horas, só saímos porque ela apagou. Hoje tenho um carinho super especial por ele. rs.

    1. Ah, que demais! Eu vou novamente pra NYC com o meu filho, se ele quiser vou visitar novamente, com essa perspectiva que só os filhos nos proporcionam!

      Beijo!

  4. Oi Gisele adorei a confissão rs. Eu tenho minhas fases. As vezes amo museus mas se não estou no pique fica difícil de curtir. Acho que esse museu deve ser bem interessante. Pena que não consegui visitá-lo quando estive por lá mas fica pra próxima. Abraços

  5. Eu quero muuuuito visitar esse museu , sou doida pelos dinos haushs por alguma razão, acho os museus naturais mais interessantes do os de arte 😛

  6. Eu faço parte do primeiro grupo haha sou a loka dos museus e visito todos que posso. Até mais de uma vez. Concordo com vc, tem museus que são icônicos demais pra deixar de fora do roteiro! O de história natural é um deles! Fascinante de tão lindo (sou da área de biologia, então sei que tenho uma tendência a achar tudo por lá lindo demais!!!)

  7. Uau! Amei o post e nem preciso dizer que sou louco pra conhecer esse lugar. Parabéns, já está nos meus favoritos.

  8. New York tem tantos e tantos lugares para visitar, o museu é uma ótima dica. O post ficou bem interessante, o único sou souvenir que não consigo deixar de comprar são as canecas, faço coleção delas kkkkk.

    1. Ah, eu amo canecas! Acabo não comprando por medo de quebrá-las na viagem. Minha coleção é de globos de neve, mas no museu não tinha 🙁

  9. Eu tinha 9 anos quando fui ao Museu de História Natural de Nova Iorque e amei amei amei amei!!! Quero muito voltar à cidade e voltar a visitar o museu, desta vez com olhar de adulto

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